segunda-feira, 13 de abril de 2009
Eu já vi isso
Tava assistindo alguma coisa no megapix e tive um deja vu absurdo
Aparência
Acho que eu já cresci o suficiente e adquiri um estilo próprio e posso perfeitamente me livrar do guarda-roupa 80/90 da minha mãe.
Mas e quando falta o dinheiro? E quando falta o corpo?
Qual solução pode ser rápida o suficiente para não me fazer querer morrer toda vez que tenho que sair de casa?
sábado, 4 de abril de 2009
Plano de fuga
xxx
Ouvi as vozes mais próxima e com algum esforço consegui entender algumas coisas. Duas mulheres discutiam o almoço. Quando ouvi o timbre masculino, meu coração disparou e senti uma dor excruciante na minha cabeça. Um gemido baixo. Meu gemido. Quatro cabeças flutuaram sobre a minha. De repente, me senti adormecendo das pontas dos dedos dos pés até o topo da minha cabeça. O mundo se calou novamente.
xxx
Senti minha boca seca e uma vontade de falar, mas não consegui. Aspirei com força, como se não fizesse isso há anos. Tossi com a mesma força e senti gosto de sangue em minha garganta.
Um enfermeira imediatamente apareceu ao meu lado perguntando como eu me sentia e me chamando de querida. "Onde estou?" foi o que eu consegui. Num hospital. Isso me parecia óbvio, mas não achei de bom tom zombar da mulher que monitorava meus batimentos. "O que aconteceu?"
Ela suspirou e disse que minha mãe estava na cafeteria, já tinha saído há uns bons 15 minutos e deveria voltar logo. Ela me explicaria tudo. Não consegui buscar na memória a imagem do rosto de minha mãe. Ou imagem alguma dela. Estranho. "Eu bati a cabeça?" Ela quis saber se eu estava experimentando alguma forma de confusão e disse que talvez isso fosse normal. O médico chegaria logo e faria os exames. Se eu não sabia como tinha chegado ali. "Não". E antes do acidente? "Não" E no dia anterior? "Nada" Querida, você sabe o seu nome? Claro que eu sabia meu nome! Que pergunta imbecil... mas não parecia inteligente agredir a mulher que administrava minha medicação. Branco. Tudo parecia um enorme e acolchoado quarto branco. Eu não me lembrava do meu nome. Não me lembrava do meu nome, de onde tinha vindo. Olhei para minhas mãos, em desespero. Não as reconheci. Minha respiração se tornou ofegante. Eu não me lembrava do rosto de minha mãe. Não sabia seu nome. passei a mão em minha cabeça e senti os meus cabelos. Não sabia que eram castanhos. Não sabia de nada. Toquei meu rosto, inconsolável, e me dei conta de que não conhecia meu próprio rosto. Desejei acordar novamente.
Como estava muito agitada, e enfermeira misericordiosamente aplicou a dose cavalar de remédio e eu adormeci em instantes. Meu rosto sem rosto foi a última coisa na frente dos meus olhos antes da escuridão e a dormência dominarem meu corpo mais uma vez.
Tarde da noite - parte 2
Que tal um post chamado: "Quem tem medo dos colunistas sociais?"
É, porque hoje em dia eles ainda conseguem fazer algum mal para a "sociedade"?
Quem realmente se importa com o que aparece na coluna?
Alguém, alguém?
Então por que eles existem?
E por que alguém leria esse post..?
Tarde da noite
O que fazer, o que fazer??
Num lapso de produtividade o trabalho está todinho feito. Pânico.
O que fazer, o que fazer??
Nada interessante na TV.
Nada de sono.
Nenhuma idéia brilhante para um post.
O que fazer, o que fazer??
Digamos que se ninguém se matou de tédio lendo isso, talvez eu devesse tentar.
Ai, ai, a fome...
Repita comigo: nunca mais vou esquecer de trazer comida para o trabalho. NUNCA.
Minha úlcera agradece.
Ah, cansei!
quinta-feira, 2 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Burning
A premissa não é melhor do que aquelas no caderninho, mas é algo que eu quero escrever. Faz tempo que isso não acontece. Mas não vou me perder desta vez, vou até o fim.
Desejem-me sorte no processo!!!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Constatações
- A tv engorda mesmo; até os seus dentes.
- A coisa da dicção faz toda a diferença. (ex: Dia e dchia)
- O Arthur é legal. O Edson dá medo.
- Cinegrafistas gostam de fofocar.
- Sempre - SEMPRE - leve o microfone à boca quando falar.
- Eu fico bem de vermelho.
sábado, 21 de março de 2009
Cabeça, ombro joelho e pé
Meu bloqueio criativo resolveu atacar de forma mais agressiva e podou minhas idéias. Não consegui ter nenhuma idéia nova decente. Desânimo...
Domingo os meninos vão no show do Radiohead e eu não quis ir (porque "I'm a creep, I'm a weirdooooo...")
E hoje? Ah, os sábados a Deus pertencem desde a criação! Não sei nem porque insisto em fazer planos quando eles nunca dão certo.
E isso lá merecia um post?
sexta-feira, 20 de março de 2009
Tá tudo bem
Decidi que vou começar a trabalhar numa história, qualquer uma. Não preciso escrever o grande romance da língua portuguesa, mas preciso sair desse bloqueio. Preciso colocar um final em alguma coisa. Todos precisamos de um ponto final de vez em quando.
O bebê de ontem está melhorando no hospital. Não sabem se ele vai ter sequelas ainda. Quando dizem sequelas eu penso se seria um dano cerebral ou alguma deformidade no corpo. Eu tenho medo de pensar. Na verdade, só o que eu fiz foi pensar.
Eu não sabia o que fazer. Eu precisava ajudar. Não consegui fazer o que os outros fizeram: ler, reclamar, revoltar e seguir em frente. Não deu. Ninguém deveria conseguir. E eu senti como se o menino devesse estar comigo, para que eu cuidasse dele e desse tudo o que ele precisasse. Não importava o custo, o sacrifício, meu filho e eu o receberíamos de braços abertos e seriamos uma família unida, nos apoiando em nossos problemas, sendo fortes. Eu só queria saber que o menino estaria bem. Eu nem sei seu nome, nunca vi seu rosto, mas eu o amo do fundo do meu coração. Eu chorei como se a dor dele fosse minha duas vezes. Eu odiei o monstro agressor como se a criança tivesse meu sangue. Será que eu tenho algum problema? Será que é comum amar um estranho assim? Querer cuidar de um filho que não é meu.
Não sei o que posso fazer pela criança, mas eu vou fazer alguma coisa. Vou fazer uma campanha na faculdade. Vou fazer o que for preciso para ter certeza de que o nenê ficará tão bem quanto o meu anjinho que agora está dormindo. É mais forte do que eu. Não posso desistir, nem resistir. Eu sou humana e, como tal, sempre cometo o pecado de amar demais.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Por favor, salvem as crianças
No jornal que eu trabalho a capa e grande parte do conteúdo de Jundiaí de hoje são sobre uma Garota de Programa que espancava o filho da babá e a própria. O menino tem um ano e dois meses e a garota, 19.
Essa monstra batia no menino com cabide de madeira e fez queimaduras nele com um isqueiro. Ameaçada por pistoleiros, a imbecil da menina não pode fazer nada além de apanhar também.
Com medo que o menino morresse de tanto apanhar, a agressora levou ele ao hospital e tentou colocar a culpa na mãe do menino. Não colou, foi presa em flagrante.
Quem quiser ver as fotos, eu não recomendo para estômagos fracos.
Eu atualizo as praças de outras cidades do interior. Em TODAS há algum escândalo com pedofilia. No mundo inteiro há algum escândalo com pedofilia. Desde que o mundo é mundo. Isso faz a coisa "natural" por um acaso? Pelo amor de Deus, NÃO. NÃO FAZ. Sabe, todo mundo tem fetiche. Todo mundo tem tara. Mas quando é doentio e violento desse jeito, não se deve achar comum sucumbir. Não se deve achar natural. Não se deve tentar justificar. Não tem justificativa. É errado. Sexo não consensual é errado. Principalmente se a outra pessoa nem sabe do que você está falando ou, algumas vezes, nem sabe falar ainda...
Isso tudo sem contar todas as notícias que eu já coloquei que são muito parecidas sobre tortura de bebês e crianças por pais, avós, tios, babás. Tortura é ruim. Em alguém inocente, pior. No seu próprio filho... sem comentários.
Eu tenho que admitir que estou desesperada, transtornada. Fora de controle, no momento. De coração mais do que partido. Eu sempre defendi a humanidade. Sempre. Quando falam do fim do mundo, que tudo está perdido, eu sempre levanto e digo que não, que ainda dá pra salvar, que ninguém pode ser essencialmente ruim. Será que eu estive errada todo esse tempo? Será que essa raça que chamamos de humanidade é na verdade uma espécie de predador selvagem e perigoso que deve ter seu número contido e, se for o caso, até extinta? Seria melhor se não estivéssemos aqui?
Humano é como a gente chama aquela coisa que sente, não e? Que tem consciência de si. Que tem consciência. Então essa gente não é humana. São bichos. O que a gente faz com um cachorro que morde, que mata? Será que estou pensando direito?
Por favor, eu imploro, por favor: deixem as crianças em paz. Se você não quer uma criança ou não gosta delas, fique longe. Deixe que elas recebam o que precisam de quem tiver prazer em faze-lo. Elas não sabem ainda, mas cada pequeno abuso que sofrem faz uma marca que pode transforma-las em monstros ainda piores do que somos. Criamos novos monstros todos os dias. Antes de salvar o meio ambiente para deixá-lo para nossos filhos, vamos salvar nossos filhos. Eles não escolheram nascer, mas nós podemos escolher fazer a coisa certa. Eles só precisam de amor e cuidados. Vamos cuidar direitinho deles então.
domingo, 15 de março de 2009
Bolinho de bacalhau
A melhor coisa é se descobrir um dia sem problema nenhum. É uma agradável surpresa, como sentir o cheiro de fritura e descobrir que dá panela estão saindo bolinhos de bacalhau que sua mãe e seu pai fizeram juntos.
Vida besta/boa!
sexta-feira, 13 de março de 2009
Um pouco de mim
Quem me conheceu quando eu tinha 12 anos sabia da minha tristeza por estar apaixonada pelo vizinho que acabou namorando minha melhor amiga. Aos 14 eu sofria porque não tinha amigos na colégio. Aos 16 eu sofria porque não podia ir a lugar nenhum e nunca gsotava dos caras certos. Depois dos 18 foi um sofrimento só que tinha até nome.
A minha vida toda eu nunca amei as coisas. Notei que sempre fui muito de "eu gosto" e nunca de "eu amo". Nada me empolgava (além dos meus livros) e reclamava demais.
Hoje eu consigo sorrir para pessoas na rua, sem simpática com todos que me atendem, mesmo que eles não sejam nem um pouco simpáticos comigo. Sorrir de graça é um conceito muito novo pra mim. Eu digo fazer isso genuinamente, sinceramente. A capacidade de amar as coisas também. Eu nem consigo me lembrar direito da pessoa amarga que eu era. Tenho flashs, mas o resto é meio embaçado.
Posso dizer que passei por coisas muito, mas muito ruins nesses 21 anos. Especialmente nesse último. Felizmente, eu consegui sair daquela bagunça muito mudada. Não sem ajuda, é lógico. Meus anjos de guarda, aqueles que ficaram do meu lado e trouxeram luz para a minha vida.
Não posso mais dizer que sou uma pessoa noturna, uma pessoa obsura e atormentada. Eu amo a luz, o sol, comédias romanticas e música brega. Adoro vestir cores, abusar da comida de vez em quando, usar o cabelo solto e cantar alto no chuveiro.
Eu A M O!
E meu pequeno anjo - aquele que não dorme se eu não estiver na cama do lado - me ajudou demais. Ele abriu meus olhos e o meu coração. Ele me ensinou a ir além. A ser forte. E que passar uma hora cantando música e rindo do meu umbigo é mais divertido do que qualquer porre que eu já tomei nessa vida.
Meu outro anjo me ensinou que eu sou mlehor do que eu penso, que eu sou capaz. Ele segurou minha mão quando eu precisei passar num corredor cheio de olhos esperando que eu caísse e me manteve de pé. Ele cobriu minha cabeça quando choveu, meus pés quando esfriou e meus lábios quando me amou. Ele me abraçou, mantendo os pedaços de mim unidos até que eu pudesse andar sem me desfazer.
A coisa sobre esses anjos é que eles me amam pelo que eu sou. Eles realmente me amam. Eles sentem minha falta, eles me completam, eles se preocupam em me fazer feliz e só o que eu quero é que eles sejam felizes também. E é por nós todos que eu vivo hoje. Por mim mesma também.
Essa sensação de liberdade, de poder amar as coisas sem me procupar com julgamentos ou preconceitos, não tem preço. E se faz bem pra mim, faz bem para aqueles que gostam de mim. E é isso que importa.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Blá
O primeiro Harry é infantil. Quem leu ou viu o filme sabe. O pobre bruxo enfrenta coisas muito piores conforme vai crescendo. Com Bella acontece o mesmo. Ela começa ingênua, insegura, casta e petulante como qualquer moça de 16/17 anos e termina... bom, vai que alguém quer ler o livro, não é?
O fato é que é muito, mas muito fácil dizer que o primeiro livro é ruim. Simplesmente porque ele é narrrado por uma menina de 17 anos sem muita coisa na cabeça. No primeiro momento devemos simplesmente apreciar a história, deixar a curiosidade nos levar até o fim. Sim, porque a história é interessante. A história me faz dizer que o livro é bem legal.
Não a escrita pobre ou o excesso de deslumbres da personagem diante dos vampiros bonitões.
É que, no caso de uma adolescente, há que se sonhar viver naquele mundo. E, no meu caso, lembrar de como era bom ter 17 e sentir aquela coisa fresca de novo. A juventude. Isso vale terminar o primeiro livro.
sexta-feira, 6 de março de 2009
I wanna hold your hand - Across the Universe
terça-feira, 3 de março de 2009
Quem quer ser um adulto?
Quem pega ônibus comigo, as 5h45, definitivamente não acordou mais cedo para correr. Eles certamente foram dormir tarde, esperando os filhos chegarem da escola, lavando roupa ou alguma coisa assim.
Por isso eu pensava no quanto eu odiava ser uma adulta. Ficar velha.
Não é só a coisa da idade, isso é o de menos. É sim a coisa de não poder sair quando eu quero, de ter que chegar no horário, de ter que pagar contas pelo resto da minha vida. Essa coisa de ser adulto pega a gente de tal jeito, que ne um estilo de vida destrutivo podemos levar para preservar nossos queridos do sofrimento. É. Eu tenho um filho que depende de mim.
Conheço gente mais velha que eu e que vive a eterna pós-adolescência. Eles gostam. Como poderiam não gostar? A liberdade da irresponsabilidade não tem preço e não pode ser imitada. É como se arremessar de um penhasco para um mergulho. O vento nos cabelos, o tempo passando de forma diferente, nada te prendendo, nenhuma razão para olhar para tras. É só a queda, o objetivo. Você sozinho e ninguém mais.
Eu atualmente divido a minha vida com muita gente. Eu não sou uma adulta comple, pois eu ainda dependo dos meus pais e de outras pessoas. Mas eu realmente espero cruzar a linha logo. Uma vez que já não tenho como deixar de ser adulta, eu quero ser dona do meu nariz o mais rápido possível.
E quando eu for dona do meu nariz, quero divir minha vida com alguém. E que esse alguém me veja como igual. Numa interdependência saudável.
A coisa com ser adulto não é sobre as barreiras que nós são impostas. Sabe? O que vestir, como agir, o que comer. A grande furada de ser adulto é a coisa das barreiras que nós impomos a nós mesmos. Sabe?
Ser consciênte de que não deve beber ou dirigir, de que você precisa do emprego pra sobreviver, de que só porque você pode parcelar não significa que alguma coisa é mais barata.
A coisa que me faz resistir tanto a ser adulta é a tal da respostabilidade. Mas uma vez que ela te pega, não tem jeito.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Música no Wilson
O fato é que hoje eu estive com o fone de ouvido a noite toda e o Wilson longe, sem que eu pudesse mudar as músicas. Isso me fez concluir algumas coisas:
1)Solos de guitarra muito longos são muito chatos;
2)Músicas de 10 minutos são meio chatas;
3)Bandas famosas são superestimadas;
4)Bandas indie são chatas e superestimadas;
5)Aquela música dos Stone que fala do diabo é muito legal;
6)Música eletrônica é muito repetitiva e a ocasião me fez odiar Praise, que é uma das minhas favoritas.
Num futuro, vou fazer uma pastinh chamada "trabalho". Wilson deve ter escolhido essas porque está com raiva de mim. Um dia eu explico. Agora minha úlcera e eu vamos para casa.
Eeeeeeeeeeeeeeeeee
Monte de m... idéias
Eu mereço???
Enxurrada
Passei a tarde de ontem engasgada, sem conseguir conversar com meu namorado. Tomei um toco da minha chefe e doeu. Muito. Sabe, eu gosto muito dela. A gente é bem colega, quase amiga. Por isso ela ficou tão transtornada quando viu minhas cagadas no trabalho e brigou comigo até perder a linha. Eu só ouvi, é lógico. A lei diz que se você gala, você só limpa e tenta não vomitar em cima.
Namorado, cadê você????
Dormindo também...
Eita, horário!
Quero contar da praia, quero contar das fotos, quaro contar do meu filho, do trabalho...
Agora me falta tempo pra digitar tudinho. Vou falar um pouco de cada vez, num outro post. Ou não...
Ai, se sêsse - Zé Da Luz
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse de São Pedro não abrisse
a porta do céu e fosse te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse e as virgi toda fugisse
Não adianta. Nem preciso comentar. Fantástico...
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Cavando, cavando
Vendo uns clipes. Tá, eu tava vendo o clipe dos Backstreet boys. Depois do N'Sync. Depois do JT. Dai eu achei um cara muuuuuuuuuuito bom. Chama boyceavenue.
O cara canta muito! Ele fez uma versão daquela música da Alicia Keys que eu odeio e ficou uma das coisas mais lindas que eu já ouvi.
Põe no youtube! Que coisa! Que coisa, menino! On the way home...
Viajei...
BJUMELIGA!
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Saindo do armário
EU AMO MÚSICA POP!
Eu adoro a Beyonce, as batidinhas que tocam de tarde na rádio, a Kathy Perry e passei a noite ouvindo a coisa mais absurda. Era Mallu Magalhães e eu gostei. Pronto, falei. Eu gostei. Ela canta mal, em inglês, mas é tão... fresco! Tão fofo. É isso. Quando ela canta dá vontade de apertar alguém, porque ela canta tão fofo! E aquela música com o Marcelo Camelo é o cúmulo da fofurice.
Eu gostei do cd novo da Madonna e da Britney. Eu ouço muita porcaria sim. Mas eu sei Back to black de cor...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
A diferença de interesse
Ninguém entendeu, é lógico. Expliquei:
Não importa sobre o que a namorada se interesse, o importante é que ela esteja interessada em contar pra você. Se é importante pra ela, é importante pra você. Se ela quer dividir com você, sorte sua. Se ela omite essa coisa que é importante pra ela, mas insignificante pra você, daqui a pouco pode começar a omitir coisas que sejam importantes pra você também.
É como namorar um cara que gosta de plantas. Não é uma questão de estar interessada no que o cara tem a dizer sobre plantas; é simplesmente estar interessada no que o cara tem a dizer. Sempre.
Sabedoria
Mãe: É verdade...
Giovana: Por quê? Vai pagar dívidas?
Eu: Pior, vou pagar contas. Contas são como dívidas que duram para sempre. SEMPRE
Meninos, eu vi...
sábado, 17 de janeiro de 2009
Ouvindo...
aqui: http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-143-nerds-geeks-e-freaks/
Funny!!!
Don´t let me down
Qual a vantagem de manter uma relação que se sustenta por aparência, superficial? Não sou contra a convicência, mas acho bobagem viver de passado.
Todo mundo só quer ser necessário, querido, amado. E quando não é assim? Se não é extremamamente necessário que você seja amiga dessa pessoa, por que se esforçar? Por que não só ficar na convivência?
É realmente doloroso olhar para algo que já foi e ver o que é hoje, quando a visão decepciona. Ninguém é obrigado a manter suas expectativas, mas você também não precisa diminui-las. Disse o Fernando Pessoa:
"Para ser grande, sê inteiro
nada teu exagera ou exclui
sê todo em cada coisa
põe quanto és no mínimo que fazes
assim em cada lago, a lua toda brilha porque alta vive"
Ninguém no mundo tem que ser pequeno. Temos que ser quem somos. Ninguém é unanimidade, amigos, mas precisamos procurar o público certo. Estar entre os que, mais do que nos querer bem, não nos fazem sentir desconfortáveis a cada palavra.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Mais um dia...
A M O!
PS: Esqueci de contar os 30 minutos desatolando a copiadora pra ajudar o segurança aqui. Ai, ai...
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Cláudia Ohana se diverte com o neto na praia
Ô, inveja!!!
And I try, and I try...
I can get no...
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Não é tão ruim
Para tudo há uma cura, mesmo que só a morte. Mesmo que só uma conversa, mesmo que só ouvir alguma verdades. É preciso limpar as feridas e isso dói mais ainda.
Melhor seria se essa dor da cura fosse só nossa mesmo. Muitas vezes outras pessoas acabam se machucando no processo. Mas os médicos sabem: são ossos do ofício.
domingo, 11 de janeiro de 2009
Uma dor que é só minha
Ninguém pode entender de fato o que a outra pessoa sente. É algo pessoal demais, único demais. Mesmo passando pela mesma situação, as pessoas se sentem solitárias e abandonadas. É que cada um tem a sua dor.
Eu tenho as minhas. Vivo muito bem com elas. Já não me impedem de ser feliz, eu acho. A grande coisa é você encontrar alguém que consiga sentir a sua dor. De verdade. Então você pode dividir. A pessoa nunca saberá de verdade como você se sente, mas ela saberá o quanto dói. Isso torna tudo mais fácil.
Mas a dor que mais dói é aquela de perceber que já não podem sentir a sua dor, que já não se pode compartilhar.
Pior do que se sentir completamente sozinha é sentir que aquela pessoa, aquela que te fazia sentir acompanhado, é saber que ela já não está mais lá.
O que mais dói nessa dor que ninguém entende não é isso de ser único, é a enorme sensação de abandono toda vez que algo não vai como se espera.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Se eu fosse um garoto
Mesmo que só por um dia
Rolaria da cama de manhã
Vestiria qualquer coisa e sairia.
Beberia cerveja com os caras
E correr atrás de garotas
Mexeria com quem eu quisesse
E nunca seria confrontado por isso
Porque eles me apoiariam
Se eu fosse um garoto
Acho que eu conseguiria entender
Como é amar uma garota
Eu juro que seria um homem melhor
Eu a ouviria
Porque eu sei como dói
Quando você perde a pessoa que ama
Porque não dá valor a ela
E tudo que você tem é destruído
Se eu fosse um garoto
Eu desligaria meu telefone
Diria a todo mundo que está quebrado
Para que eles pensassem que eu dormi sozinho
Me colocaria em primeiro lugar
E faria as regras conforme meu jogo
Porque eu sei que ela seria fiel
Esperando eu voltar pra casa
Se eu fosse um garoto
Acho que eu conseguiria entender
Como é amar uma garota
Eu juro que seria um homem melhor
Eu a ouviria
Porque eu sei como dói
Quando você perde a pessoa que ama
Porque não dá valor a ela
E tudo que você tem é destruído
É um pouco tarde pra você voltar atrás
Dizendo que foi só um erro
Achou que eu ia te perdoar assim?
Se achou que eu ia esperar
Você pensou errado
Mas você é só um garoto
Você não compreende
Como é amar uma garota
Um dia você vai desejar ter sido um homem melhor
Você não a ouve
Você não liga para o quando dói
Até você perca a pessoa que ama
por não ter dado valor a ela
E tudo o que você tiver for destruído
Mas você é só um garoto
Bangs - parte 2
E mais uma vez eu estou na vanguarda da moda. Fierrrrrrrrce!!!
Bangs
Sei lá. Ninguém falou nada ainda...
E eu aqui blogando despropositadamente porque a ferramenta do trabalho travou lindamente. Hoje eu vou pra casa só pro almoço!!!
Você é moleque
Esse é o meu pai. Será que ele ajudou a escrever Tropa de Elite?
If I were a boy - Beyoncé
If I Were A Boy
Beyoncé
If I were a boy
Even just for a day
I'd roll out of bed in the morning
And throw on what I wanted and go
Drink beer with the guys
And chase after girls
I'd kick it with who I wanted
And I'd never get confronted for it
Cause they stick up for me
If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I'd be a better man
I'd listen to her
Cause I know how it is hurts
When you lose the one you wanted
Cause he's taking you for granted
And everything you had got destroyed
If were a boy
I would turn off my phone
Tell everyone it's broken
So they'd think that I was sleeping alone
I'd put myself first
And make the rules as I go
Cause I know that she'd be faithful
Waiting for me to come home, to come home
If I were a boy
I think I could understand
How it feels to love a girl
I swear I'd be a better man
I'd listen to her
Cause I know how it hurts
When you lose the one you wanted (wanted)
Cause he's taking you for granted (granted)
And everything you had got destroyed
It's a little too late for you to come back
Say it's just a mistake
Think I'd forgive you like that
If you thought I would wait for you
You thought wrong
But you're just a boy
You don't understand
And you don't understand, oh
How it feels to love a girl
Someday you wish you were a better man
You don't listen to her
You don't care how it hurts
Until you lose the one you wanted
Cause you're taking her for granted
And everything you had got destroyed
But you're just a boy
Como a tradução do Terra estava toda errada, coloco a minha depois com a interpretação
Minha carta para a Beyoncé
I'm not sure you'll read this, but it's worth a shot.
As any other person, I've known your work for a long time and I quite like it, but to me they were just songs. Today, sitting on my computer, I played the track "If I were a boy" from your new CD and I could not help crying. You see, I am from Brazil and I was brought up by a very traditional and, therefore, sexist family. As many girls, I've been hurt for boys and for not being one. It really seems easier being a boy.
It's not just a moment thing, for I am in a very good and equal relationship and I am more than happy and proud about the way I am bringing up my own little boy. It´s just, in 21 years I've been on this so called life nothing ever touched me so deeply. I mean, you were talking to me in that song. For me. You said, in such few words, everything I ever felt and never could say so loud. The best thing is: you are heard. Maybe, and only maybe, some boy around the world will actually listen to you and maybe him or his boy will be better men. We try so hard being good girls! So, thank you for speaking for us, ordinary women. Thank you for thinking about us when singing your songs. I can feel it. More than an amazing artist, be aware that you have my respect and admiration because you seem to be such an amazing human being. I wish you the best with all my heart. I know I am just a fan from far away, but, believe me, many others feel just the way I do. I just happened to be the one visiting your website.
